1950–1980
Escafandro clássico
Capacete de cobre e vestimenta de lona, alimentado por bomba manual de superfície.
museu digital
Um acervo vivo da história do mergulho comercial brasileiro, mantido pela categoria que a construiu.
Base histórica: U.S. Navy Diving Manual Rev. 7 · imagens ilustrativas criadas por IA

1837
Capacete de cobre aparafusado a uma roupa estanque de lona, com ar bombeado manualmente da superfície. Base de todo o mergulho com suprimento da superfície.

1916
O 'capacete de cobre' clássico, com quatro visores e cerca de 25 kg. Foi padrão por mais de 60 anos em salvamento e construção submarina, como descreve o U.S. Navy Diving Manual.

1960–1970
As experiências Genesis e Sealab mostram que o corpo pode ficar saturado de gás por dias. Nasce o mergulho de saturação com mistura Heliox, que abriu o offshore profundo.

1970–1980
Máscara de rosto inteiro com armação rígida, capuz de neoprene e tiras de borracha (aranha), regulador de demanda e comunicação por fio. Leve e rápida para mergulho raso e portuário.

1975–hoje
Os capacetes de fibra com regulador de demanda substituem o cobre: SuperLite 17, depois o 37 de aço inox e, em 2010, o Kirby Morgan 47, com regulador de alto desempenho e menor esforço respiratório.

1980–hoje
Veículos remotamente operados com manipuladores assumem o trabalho mais profundo. Hoje surgem ROVs elétricos e residentes, que ficam no fundo do mar em estações de recarga.
1950–1980
Capacete de cobre e vestimenta de lona, alimentado por bomba manual de superfície.
1980–hoje
Comunicação por fio, suprimento por umbilical e reserva de emergência nas costas.
1977–hoje
Permitiu operações longas em grandes profundidades na Bacia de Campos.
2004–hoje
Manipuladores, sonar e câmeras substituíram o mergulhador em profundidades extremas.
1990–hoje
Tratamento imediato de doença descompressiva na própria frente de trabalho.
1985–hoje
Controle de mistura respiratória para mergulho profundo com hélio.
“Passei 28 dias dentro de um sistema de saturação. Quando saí, o mar estava calmo e eu não sabia mais que dia era. O que a gente faz não cabe em uma foto.”
“Fui a primeira mulher a supervisionar mergulho no porto. O que mudou não foi o equipamento, foi a categoria entender que segurança se negocia em convenção.”
1968
Operações de apoio à cabotagem e a reparos navais em Santos e no Rio de Janeiro.
1977
A produção offshore cria demanda inédita por mergulho profundo e soldagem submarina.
1988
Mergulhadores e trabalhadores subaquáticos se organizam para negociar condições de trabalho e segurança.
1995
Reconhecimento do adicional de profundidade e da jornada em regime de embarque.
2004
A robótica subaquática amplia o alcance das operações e cria uma nova função na categoria.
2016
Adoção do modelo de Safety Flash e reporte de quase-acidentes junto às contratantes.
2026
O sindicato lança o primeiro portal de inteligência setorial subaquática do país.