Sindicato Nacional dos Trabalhadores
em Atividades Subaquáticas e Afins
Na designação da nossa missão, só temos como opção a vitória!

O Sintasa está proporcionando oportunidade de qualificação profissional a baixo custo em parceria com a empresa especializada em formação, a Underwater.
 
O Sindicato inclusive estará  arcando com percentual de cada inscrição para deixar mais acessível e aptos a serem frequentados por todos interessados.

A ANP publicou nesta sexta-feira, 12, o pré-edital da 13ª rodada de concessões de áreas de exploração e produção de óleo e gás no País e confirmou a manutenção das exigências de conteúdo local já na apresentação de propostas para o leilão, conforme antecipou o jornal "O Estado de S. Paulo". A rodada ocorrerá no dia 7 de outubro, com 266 áreas em 10 bacias, com bônus mínimos de assinaturas que variam entre R$ 239 mil e R$ 73 milhões, de acordo com a magnitude da área ofertada.

                                   Enquanto há a dispersão da classe por conta de leviandades praticadas contra todo o segmento (nota: as alegações são as mais estapafúrdias contra a Diretoria) as empresas do setor estão se beneficiando e criando um dos piores quadros contra os trabalhadores financiados pelo Sindicato das Empresas - SIEMASA – e endossado arduamente pelo Ministério Público do Trabalho, pelo menos aqui do Estado do Rio de Janeiro, quando faz com que paremos os nossos trabalhos em favor da categoria para a demonstração de documentos já vistos e revistos por eles.

Uma megarreserva de petróleo em águas profundas, no pré-sal da Bacia de Santos, foi descoberta pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A área, localizada no litoral de São Paulo, tem características e volume similares às da principal área produtora no País, o campo de Lula, que possui reserva provada de 5 bilhões a 8 bilhões de barris de óleo. A agência cogitou incluir a área, que está fora da região regulada pelo modelo de partilha, no próximo leilão de concessões, que acontecerá no dia 7 de outubro, mas a ideia foi vetada pelo governo federal.

O Porto de Santos atende à maior bacia sedimentar offshore do País

 

Com a descoberta das reservas de petróleo na camada do pré-sal na Bacia de Santos, a Petrobras e outras companhias petrolíferas intensificaram suas ações na região. Isso significou instalar na costa diversas plataformas offshore (afastadas do litoral). Porém, para operá-las, essas empresas precisam de áreas em terra para o embarque e o desembarque de peças, resíduos, água e óleo vindos ou levados desses terminais marítimos. Essas atividades acabaram ocorrendo no Porto de Santos, que, com isso, ampliou seu portfólio de serviços, tornando-se um ponto de apoio a plataformas.